Home | Livros | Zahar | A PARTE OBSCURA DE NÓS MESMOS
CLIQUE PARA AMPLIAR

A PARTE OBSCURA DE NÓS MESMOS

Uma história dos perversos

Elisabeth Roudinesco

R$ 89,90

R$ 76,42

/ À vista

Frequentemente comprados juntos

Zahar

A parte obscura de nós mesmos

Elisabeth Roudinesco

R$ 76,42

Zahar

Por que repetimos os mesmos erros

J.-D. Nasio

R$ 59,42

Zahar

Dicionário amoroso da psicanálise

Elisabeth Roudinesco

R$ 101,92

Preço total de

R$ 237,76

Adicionar ao carrinho
Por que repetimos os mesmos erros

Zahar

Por que repetimos os mesmos erros

J.-D. Nasio

R$ 59,42

Dicionário amoroso da psicanálise

Zahar

Dicionário amoroso da psicanálise

Elisabeth Roudinesco

R$ 101,92

Sigmund Freud na sua época e em nosso tempo

Zahar

Sigmund Freud na sua época e em nosso tempo

Elisabeth Roudinesco

R$ 118,92

Por que a psicanálise?

Zahar

Por que a psicanálise?

Elisabeth Roudinesco

R$ 67,92

Ficha Técnica

Páginas: 224 Formato: 14.00 X 21.00 cm Peso: 0.326 kg Acabamento: Livro brochura Lançamento: 09/06/2008
ISBN: 978-85-3780-081-2 Selo: Zahar Ilustração:

SOBRE O LIVRO

"Ler Roudinesco é uma tarefa urgente." Catherine Clément, Le Magazine Littéraire
Príncipe dos perversos, marquês de Sade defendia uma ruptura com as leis que regem a sociedade ao divulgar em seus livros a sodomia, o incesto e o crime. Rudolf Höss, o comandante de Auschwitz, contou sem reservas como se tornou o maior chacinador de todos os tempos. Liduína de Schiedam, canonizada em 1890, por décadas impôs a seu corpo terríveis sofrimentos.
Nesse livro, a prestigiada historiadora e psicanalista Elisabeth Roudinesco apresenta e interpreta a história dos perversos no Ocidente através de suas figuras emblemáticas: de Barba Azul e os santos místicos na Idade Média, ao fenômeno do nazismo, dos pedófilos e terroristas nos dias de hoje.
Mostra como a perversão, definida em cada época de um modo diverso, exibe o que não cessamos de dissimular: a parte obscura de nós mesmos, a negatividade presente em cada um. E ainda reflete sobre a sua erradicação. Eliminar a perversão não seria destruir a distinção entre bem e mal que fundamenta a civilização?

Sobre o autor