
Guia: como comprar um e-book?
15/05/2020Confira o material com direcionamentos e dicas para a compra de livros digitais.
Confira o material com direcionamentos e dicas para a compra de livros digitais.
Neste episódio, Ricardo Teperman, publisher da Zahar, conversa com quatro analistas sobre o tema da obra “Violência e a história da desigualdade: Da Idade da Pedra ao século XXI”, de Walter Scheidel. Lançado recentemente no formato e-book, o livro defende que, das primeiras sociedades humanas até hoje, a desigualdade econômica só diminuiu de forma significativa com rupturas violentas de larga escala.
Muitas livrarias físicas estão fechadas, mas muitas continuam a atender seus leitores das mais diversas formas. Confira a lista.
"Toda mãe ama do seu jeito e por isso quero dedicar esse espaço para falar delas. A minha mãe me criou meio solto, coisa de mãe solteira que precisa trabalhar fora e acreditar que os filhos estão em casa seguindo suas recomendações, já que não tem com quem deixar os filhos quando estão na puberdade."
Sou, como disse, apaixonada pela vida. Se pudesse, me replicaria em vários corpos para saciar a fome de viver. Mas não encontro motivos para ser otimista neste momento.
"Eu também quero voltar às ruas, também quero ir aos lugares que gosto, encontrar amigos. Mas eu entendo que cada semana que não há uma quarentena apropriada, isso é mais um mês de quarentena inapropriada no futuro. Que mortes afetam a economia, se é só nesses números que o senhor pensa."
Mas a crise — com as suas imagens de finitude do corpo, as cenas diárias e irrefutáveis de cidades esvaziadas e hospitais lotados — nos lembra, da forma mais dolorosa possível, dessas limitações que somos aconselhados todo dia a ignorar; e isso talvez ajude a gerar um ceticismo necessário em relação às promessas supostamente utópicas da tecnologia.
"Temos o desafio gigante de lidar com necessidades de famílias que já se encontravam em situação de pobreza extrema. Dimensionamos inicialmente em 6 mil o número dessas famílias, mas agora há também as que começam a perder renda em função dos efeitos da crise. Chega a apavorar o número de pessoas que nos procuram todos os dias, pois fica patente o tamanho e a profundidade da negligência do Estado brasileiro com a maioria da sua população."