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O ESTILO NA HISTÓRIA

Peter Gay
Tradução: Denise Bottmann

Apresentação

Análise do pensamento de quatro grandes historiadores a partir de seus estilos literários. Para Peter Gay, a metáfora, a hipérbole e o anacoluto devem ser instrumentos da pesquisa histórica, tanto quanto a análise documental, a arqueologia ou a numismática.

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Ficha Técnica

Título original: Style in history Páginas: 240 Formato: 12.00 X 18.00 cm Peso: 0.206 kg Acabamento: Livro brochura Lançamento: 10/10/1990
ISBN: 978-85-7164-132-7 Selo: Companhia das Letras Ilustração:

SOBRE O LIVRO

Análise do pensamento de quatro grandes historiadores a partir de seus estilos literários. Para Peter Gay, a metáfora, a hipérbole e o anacoluto devem ser instrumentos da pesquisa histórica, tanto quanto a análise documental, a arqueologia ou a numismática.

A análise documental, a arqueologia e a numismática são instrumentos do historiador tanto quanto a metáfora, a hipérbole e o anacoluto. Os primeiros, para estabelecer os fatos de forma segura; os últimos, para expor uma interpretação de forma atraente e eficaz. A narração da verdade histórica com beleza é o que Peter Gay advoga em O estilo na história. E, para mostrar que isso é possível, examina a obra e a vida de quatro historiadores.O primeiro é o inglês Edward Gibbon (1737-1794), autor de Declínio e queda do Império romano (cuja edição abreviada foi publicada pela Companhia das Letras); neste livro, Gibbon, inspirando-se no historiador romano Tácito, usa e abusa da ironia e da antítese. Em seguida, Gay enfoca o alemão Leopold von Ranke (1795-1886), autor da famosa máxima "mostrar o sucedido tal como efetivamente sucedeu"; considerado o pai da moderna historiografia, von Ranke lança mão de recursos dramáticos em sua narrativa. O terceiro historiador analisado é o inglês Thomas Babington Macaulay (1800-1859), autor de uma História da Inglaterra narrada do ponto de vista whig (liberal), com uso de repetições rítmicas. O último, o suíço Jakob Burckhardt (1818-1897), autor de Cultura da Renascença na Itália, utiliza a informalidade para expor suas interpretações.Contrapondo-se ao relativismo histórico, que questiona a existência objetiva dos fatos, Peter Gay afirma a possibilidade de formar uma explicação objetiva para um passado objetivo, a qual deve ser difundida com uso de recursos literários que a torne palatável aos leitores.

Sobre o autor